antonio cicero, brasil
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Da vida não se sai pela porta: só pela janela. Não se sai bem da vida como não se sai bem de paixões jogatinas drogas. E é porque sabemos disso e não por temer viver depois da morte em plagas de Dante Goya ou Bosh (essas, doce príncipe, cá estão) que tão raramente nos matamos a tempo: por não considerarmos as saídas disponíveis dignas de nós, que, em meio a fezes e urina sangue e dor, nascemos para lendas mares amores mortes serenas.
____________________________ Enviado por Amélia Pais
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Por lobitogabriel - 25 de Julio, 2007, 9:08, Categoría: poesia
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